João 1:1; 14
No principio era o verbo, e o verbo se fez carne e habitou entre nós.
Algo que era antigo e velho -se é que podemos dizer assim- mais uma vez se manifestou.
Faço referência a esta palavra como Cristo já existindo desde o início do mundo e, em seguida, se manifestando entre nós em carne. Vemos sua glória como a do pai, porém o pai é o filho e o filho é o pai. Ele veio para que se manifestasse e fossem vistas quão grandes coisas nós, homens limitados, poderíamos fazer.
Alguém que já há tempos existia e era aclamado e profetizado sobre ele, mesmo antes de vir em forma humana, se fez novo mesmo sendo velho para que o víssemos e recebêssemos dele em novidade, seguindo a visão de que antes só ouvimos falar, mas agora de andar em outro nível, como citou Jó no capitulo 42:5.
Percebo que tudo que já houve na história da igreja por volta dos anos 70, 80 e até mesmo 90 -em termos de artes principalmente- perdeu o valor.
Entendo que o verdadeiro avivamento respeita as bases da igreja, respeita a história da igreja, os anciãos da igreja, os profetas do passado e do presente e as palavras de comando que já foram liberadas.
Hoje quando dizemos em um ensaio de louvor que vamos cantar uma música um pouco mais antiga, ouvimos sempre a mesma coisa: “Ah, pelo amor de Deus! Isso é muito velho!”, “Que coisa antiga!”, “Isso é muito chato, tem que colocar estas adorações novas”. Isto acontece até mesmo em um ensaio de dança, quando se solta uma musica mais antiga.
As pessoas trabalham "arrastadas", com cara feia, porque deveria ser a música que acabou de ser lançada. Sabe, não entendo este “novo” mover em que se perde o respeito, a reverência e se chama de velho aquilo que Deus liberou. Hoje não é mais útil aquilo que Deus moveu? Como é isso?
Entendo que houve uma unção especifica para aquelas décadas, um mover especifico para cada tempo, mas o Deus que liberou lá é o mesmo. Quantas inúmeras vezes vemos, tanto no velho como no novo testamento, os homens de Deus usando como referência o “Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó” em épocas tão distantes.
Meu interesse não é provar biblicamente que devemos usar tudo que é antigo na história da igreja; isso é perda de tempo e não traz edificação alguma, até porque sabemos que nem tudo foi como deveria ser na sua totalidade, mas friso diante desta questão de louvores e coisas pertinentes às artes.
Entendo que existem cânticos novos e existem mesmo. Eu tenho os meus, mas isso não apaga o passado, não tira a autoridade, credibilidade e poder daquilo que foi liberado, até porque nos períodos bíblicos, os cânticos e as danças eram liberados conforme cada situação vivida: de batalha, de milagre, de festa; o que acontecia ali era cantado. Vemos isso em I Samuel 18:7 em Êxodo 15:1 e em muitas outras passagens.
Portanto, o verdadeiro louvor e adoração não são o que lemos no projetor, seja novo ou velho, mas vem do nosso coração. Não é “o que” cantamos ou dançamos, mas “como” cantamos e dançamos.
Assim como para os novos as músicas antigas parecem estranhas, também para os de outras gerações as músicas novas soam estranho. Quem está errado?
O que Deus fez? O que Deus faz? Ou que ainda não entendemos que o que importa é o meu, o seu coração naquilo que fazemos.
Percebo que se compararmos esta situação, com o capitulo 1 de Eclesiastes principalmente do versículo 1 ao 10, vemos que na verdade tudo isto que muitas vezes ficamos como loucos na bíblia tentando provar, é pura vaidade. Se é novo, se é cântico gerado daqui, gerado dali, realmente João 14:12 nos diz que faríamos obras ainda maiores, mas não que faríamos obras “melhores” ou seriamos melhores.
Perceba: qual a diferença de 200 gramas de chocolate para 2 toneladas de chocolate?
Só a quantidade e o tamanho, mas é tudo chocolate, mas por pura vaidade nos achamos “A Geração” com coisas melhores, talvez maiores sim, mas se não entramos por uma via de vaidade e de princípios que não estão na Bíblia. Perceba a diferença de maior para melhor.
Eclesiastes 1
11 O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol.
10 Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Já foi nos séculos passados, que foram antes de nós.
Portanto o mistério da revelação esta em como se aplica, se na sua totalidade ou não, mas não porque você leu algo que ninguém nunca leu, ou falou algo que ninguém nunca falou.
Se partirmos por esta via, banimos a bíblia, porque tudo que falamos hoje já foi dito a eras e eras, tudo que acontece hoje já foi mostrado a eras, mas quando nossos olhos vão se abrindo que somos revelados, mas já existia, não criamos nada querido.
É verdade que Jesus fez com a humanidade uma nova aliança, mas as bases desta nova aliança esta na antiga, porem perfeita como fala em Hebreus. A sentença é outra, mas as bases são as mesmas.
Mas olha o que o mesmo Deus fala sobre as duas alianças:
Hebreus 8.
11 E não ensinará cada um a seu próximo, Nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece o Senhor;...
13 Dizendo a Nova aliança, envelheceu a primeira. Ora, o que foi tornado velho, e se envelhece, perto está de acabar.
Existe muito mais de Deus, existe um vinho novo, mas é vinho do mesmo jeito querido e é isso que quero enfatizar. È novo? Amém, mas não melhor do que os outros.
Tudo que foi derramado foi com um propósito para cada época e foi cumprido segundo o seu propósito. Deus é um Deus de etapas, muitas coisas foram acrescentadas ao nosso meio, não foram criadas, mas acrescentadas, pois já existiam no Senhor, mas pelo seu cuidado com a igreja, comigo e contigo, ele foi implantando aos poucos, porque tudo que nossa mente não entende, nós rejeitamos. E o Senhor respeita nossa consciência humana, coisa que muitas vezes não fazemos.
Existe muito mais sim, dentro de você, na sua busca na sua intimidade com Deus, é isso que é o vinho novo, ai sim você expressa isso de alguma forma extravagante, mas é novo dentro de você.
Então assim, não caímos de nos achar os melhores e os que “sozinhos” fazem a diferença, porque quando subimos nisto, ai sim caímos.
Reedifique seu altar, restaure o vaso, busque o odre novo, para que as novidades que você ainda não conheceu e não viu possam ser visíveis a você nestes dias.
Assim você fará o certo de maneira certa e certo que o Senhor é contigo, e muito reconheceram que Ele é contigo.
No principio era o verbo, e o verbo se fez carne e habitou entre nós.
Algo que era antigo e velho -se é que podemos dizer assim- mais uma vez se manifestou.
Faço referência a esta palavra como Cristo já existindo desde o início do mundo e, em seguida, se manifestando entre nós em carne. Vemos sua glória como a do pai, porém o pai é o filho e o filho é o pai. Ele veio para que se manifestasse e fossem vistas quão grandes coisas nós, homens limitados, poderíamos fazer.
Alguém que já há tempos existia e era aclamado e profetizado sobre ele, mesmo antes de vir em forma humana, se fez novo mesmo sendo velho para que o víssemos e recebêssemos dele em novidade, seguindo a visão de que antes só ouvimos falar, mas agora de andar em outro nível, como citou Jó no capitulo 42:5.
Percebo que tudo que já houve na história da igreja por volta dos anos 70, 80 e até mesmo 90 -em termos de artes principalmente- perdeu o valor.
Entendo que o verdadeiro avivamento respeita as bases da igreja, respeita a história da igreja, os anciãos da igreja, os profetas do passado e do presente e as palavras de comando que já foram liberadas.
Hoje quando dizemos em um ensaio de louvor que vamos cantar uma música um pouco mais antiga, ouvimos sempre a mesma coisa: “Ah, pelo amor de Deus! Isso é muito velho!”, “Que coisa antiga!”, “Isso é muito chato, tem que colocar estas adorações novas”. Isto acontece até mesmo em um ensaio de dança, quando se solta uma musica mais antiga.
As pessoas trabalham "arrastadas", com cara feia, porque deveria ser a música que acabou de ser lançada. Sabe, não entendo este “novo” mover em que se perde o respeito, a reverência e se chama de velho aquilo que Deus liberou. Hoje não é mais útil aquilo que Deus moveu? Como é isso?
Entendo que houve uma unção especifica para aquelas décadas, um mover especifico para cada tempo, mas o Deus que liberou lá é o mesmo. Quantas inúmeras vezes vemos, tanto no velho como no novo testamento, os homens de Deus usando como referência o “Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó” em épocas tão distantes.
Meu interesse não é provar biblicamente que devemos usar tudo que é antigo na história da igreja; isso é perda de tempo e não traz edificação alguma, até porque sabemos que nem tudo foi como deveria ser na sua totalidade, mas friso diante desta questão de louvores e coisas pertinentes às artes.
Entendo que existem cânticos novos e existem mesmo. Eu tenho os meus, mas isso não apaga o passado, não tira a autoridade, credibilidade e poder daquilo que foi liberado, até porque nos períodos bíblicos, os cânticos e as danças eram liberados conforme cada situação vivida: de batalha, de milagre, de festa; o que acontecia ali era cantado. Vemos isso em I Samuel 18:7 em Êxodo 15:1 e em muitas outras passagens.
Portanto, o verdadeiro louvor e adoração não são o que lemos no projetor, seja novo ou velho, mas vem do nosso coração. Não é “o que” cantamos ou dançamos, mas “como” cantamos e dançamos.
Assim como para os novos as músicas antigas parecem estranhas, também para os de outras gerações as músicas novas soam estranho. Quem está errado?
O que Deus fez? O que Deus faz? Ou que ainda não entendemos que o que importa é o meu, o seu coração naquilo que fazemos.
Percebo que se compararmos esta situação, com o capitulo 1 de Eclesiastes principalmente do versículo 1 ao 10, vemos que na verdade tudo isto que muitas vezes ficamos como loucos na bíblia tentando provar, é pura vaidade. Se é novo, se é cântico gerado daqui, gerado dali, realmente João 14:12 nos diz que faríamos obras ainda maiores, mas não que faríamos obras “melhores” ou seriamos melhores.
Perceba: qual a diferença de 200 gramas de chocolate para 2 toneladas de chocolate?
Só a quantidade e o tamanho, mas é tudo chocolate, mas por pura vaidade nos achamos “A Geração” com coisas melhores, talvez maiores sim, mas se não entramos por uma via de vaidade e de princípios que não estão na Bíblia. Perceba a diferença de maior para melhor.
Eclesiastes 1
11 O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol.
10 Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Já foi nos séculos passados, que foram antes de nós.
Portanto o mistério da revelação esta em como se aplica, se na sua totalidade ou não, mas não porque você leu algo que ninguém nunca leu, ou falou algo que ninguém nunca falou.
Se partirmos por esta via, banimos a bíblia, porque tudo que falamos hoje já foi dito a eras e eras, tudo que acontece hoje já foi mostrado a eras, mas quando nossos olhos vão se abrindo que somos revelados, mas já existia, não criamos nada querido.
É verdade que Jesus fez com a humanidade uma nova aliança, mas as bases desta nova aliança esta na antiga, porem perfeita como fala em Hebreus. A sentença é outra, mas as bases são as mesmas.
Mas olha o que o mesmo Deus fala sobre as duas alianças:
Hebreus 8.
11 E não ensinará cada um a seu próximo, Nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece o Senhor;...
13 Dizendo a Nova aliança, envelheceu a primeira. Ora, o que foi tornado velho, e se envelhece, perto está de acabar.
Existe muito mais de Deus, existe um vinho novo, mas é vinho do mesmo jeito querido e é isso que quero enfatizar. È novo? Amém, mas não melhor do que os outros.
Tudo que foi derramado foi com um propósito para cada época e foi cumprido segundo o seu propósito. Deus é um Deus de etapas, muitas coisas foram acrescentadas ao nosso meio, não foram criadas, mas acrescentadas, pois já existiam no Senhor, mas pelo seu cuidado com a igreja, comigo e contigo, ele foi implantando aos poucos, porque tudo que nossa mente não entende, nós rejeitamos. E o Senhor respeita nossa consciência humana, coisa que muitas vezes não fazemos.
Existe muito mais sim, dentro de você, na sua busca na sua intimidade com Deus, é isso que é o vinho novo, ai sim você expressa isso de alguma forma extravagante, mas é novo dentro de você.
Então assim, não caímos de nos achar os melhores e os que “sozinhos” fazem a diferença, porque quando subimos nisto, ai sim caímos.
Reedifique seu altar, restaure o vaso, busque o odre novo, para que as novidades que você ainda não conheceu e não viu possam ser visíveis a você nestes dias.
Assim você fará o certo de maneira certa e certo que o Senhor é contigo, e muito reconheceram que Ele é contigo.
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